{"id":198,"date":"2020-12-09T14:46:53","date_gmt":"2020-12-09T14:46:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/?p=198"},"modified":"2020-12-09T14:46:53","modified_gmt":"2020-12-09T14:46:53","slug":"resenha-do-livro-padre-pio-a-historia-definitiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/resenha-do-livro-padre-pio-a-historia-definitiva\/","title":{"rendered":"Resenha do livro &#8220;Padre Pio: a hist\u00f3ria definitiva&#8221;"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_199\" aria-describedby=\"caption-attachment-199\" style=\"width: 944px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-199\" src=\"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Design-sem-nome-13-1024x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"944\" height=\"944\" srcset=\"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Design-sem-nome-13-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Design-sem-nome-13-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Design-sem-nome-13-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Design-sem-nome-13-768x768.jpg 768w, https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Design-sem-nome-13-944x944.jpg 944w, https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Design-sem-nome-13.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 944px) 100vw, 944px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-199\" class=\"wp-caption-text\">Martin, 14 anos, lendo a biografia de Padre Pio.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Bernard Ruffin, o autor do livro de que trataremos nesta resenha: \u201c<strong>Padre Pio: a hist\u00f3ria definitiva<\/strong>\u201d, foi um escritor, educador, te\u00f3logo, e pastor protestante. Nasceu em Washington em 22 de novembro de 1947 e morreu em 4 de maio de 2019.<\/p>\n<p>Francesco Forgione (nome de nascimento de S\u00e3o Pio), filho de Orazio Maria e Giuseppa de Nunzio, foi um padre e monge capuchinho. Ele nasceu em Pietrelcina (It\u00e1lia) em 25 de maio de 1887, \u00e0s 5h30 da tarde, e morreu em San Giovani Rotondo, \u00e0s 2h30 da manh\u00e3. N\u00e3o h\u00e1 muitas informa\u00e7\u00f5es acerca da inf\u00e2ncia do Padre Pio, mas aqueles que conhecem um pouco de sua hist\u00f3ria sabem que ele sofreu muito desde o come\u00e7o de sua vida. Ele pr\u00f3prio lembrava-se de quando sua m\u00e3e punha-o para dormir e come\u00e7ava a chorar. Tinha pesadelos terr\u00edveis, via-se cercado por monstros assustadores. Por mais que, para uma crian\u00e7a, a experi\u00eancia fosse comum, Padre Pio concluiu: \u201cEra o dem\u00f4nio quem me atormentava\u201d. Ele tamb\u00e9m chegou a testemunhar um milagre na inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Quando crian\u00e7a, decidiu tornar-se um frade capuchinho barbudo. Era preciso muito dinheiro para isso. Seu pai foi, ent\u00e3o, obrigado a viajar para a Am\u00e9rica em busca de trabalho para enviar dinheiro suficiente \u00e0 sua fam\u00edlia, de modo que Franci (como o chamavam na inf\u00e2ncia) pudesse estudar. Em 6 de janeiro de 1903, S\u00e3o Pio despediu-se de sua m\u00e3e e irm\u00e3os. Ela, aos prantos, disse-lhe que, doravante, ele n\u00e3o mais pertencia a ela, mas a S\u00e3o Francisco (fundador da ordem).<\/p>\n<p>A Virtude que mais se destacava em Padre Pio era a <strong>humildade<\/strong>. S\u00e3o Pio sempre afirmava-se como grave pecador, quando diziam-lhe santo, apenas ria e pedia ora\u00e7\u00f5es. Seu maior medo era ofender a Deus (o que acreditava fazer com frequ\u00eancia) e humilhava-se o tempo todo.<\/p>\n<p>Outra grande virtude que se destacava em Padre Pio era a <strong>caridade<\/strong>, seu grande amor ao pr\u00f3ximo. Sempre que lhe pediam ora\u00e7\u00e3o, ele rezava, at\u00e9 mesmo pelos inimigos que mais o odiavam, como o padre Gagliardi (este n\u00e3o era um inimigo qualquer de S\u00e3o Pio, mas um dos mais mortais, que nutria um \u00f3dio horrorosamente irracional contra ele).<\/p>\n<p>A sua <strong>prud\u00eancia<\/strong> tamb\u00e9m impressionava todos que dele se aproximavam. Os conselhos que oferecia \u00e0queles que o consultavam no seu quotidiano podem ser resumidos nos seguintes termos:<\/p>\n<p>1. Deposite sua confian\u00e7a em Cristo como seu Salvador pessoal.<br \/>\n2. Entenda que voc\u00ea n\u00e3o possui qualquer bondade em si mesmo.<br \/>\n3. Tenha cuidado com o dem\u00f4nio e resista-lhe.<br \/>\n4. Reze sempre a Deus e diga, em cada circunst\u00e2ncia: \u201cSeja feita a vossa vontade\u201d.<br \/>\n5. Ame a cruz.<br \/>\n6. Ofere\u00e7a cada a\u00e7\u00e3o a Deus.<br \/>\n7. Jamais se preocupe.<br \/>\n8. Aspire \u00e0 recompensa celestial.<br \/>\n9. Ame a Virgem Maria.<br \/>\n10. Regozije-se no Senhor.<\/p>\n<p>Em 1918, Pio recebeu os estigmas tempor\u00e1rios. Em 20 de setembro deste mesmo ano, recebeu permanentemente as chagas de Cristo Crucificado. Com isso, sua pessoa tornou-se conhecida mundialmente. Pessoas de todos os lugares iam at\u00e9 ele. As chagas lhe foram um grande sofrimento, que ele aceitou, para participar do sofrimento de Cristo.<\/p>\n<p>Padre Pio fez muitos milagres na vida, como as suas biloca\u00e7\u00f5es (isto \u00e9, a faculdade de estar em dois lugares ao mesmo tempo). Tamb\u00e9m curou muitos doentes e previu o futuro das pessoas.<\/p>\n<p>Em suma, foi uma bel\u00edssima experi\u00eancia de leitura. Como impactou minha vida, n\u00e3o posso dizer, n\u00e3o \u00e9 algo que possa explicar com palavras. \u00c9 a vida de um santo. S\u00f3 sei que desejo ser filho espiritual de Padre Pio, e ser um santo tal como ele o foi.<\/p>\n<p>Fonte: Ruffin, C. Bernard. <strong>Padre Pio: a hist\u00f3ria definitiva<\/strong>. Dois Irm\u00e3os: Minha Biblioteca Cat\u00f3lica, 2020.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr style=\"height: 3px; border: none; color: #8edee2; background-color: #8edee2;\" \/>\n<p><span style=\"color: #b8860b;\"><em>Martin Hellmann, 14 anos. Estudante homeschooler, prefere literaturas que o elevem moralmente, escreve f\u00e1bulas e outros textos liter\u00e1rios.<\/em><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bernard Ruffin, o autor do livro de que trataremos nesta resenha: \u201cPadre Pio: a hist\u00f3ria definitiva\u201d, foi um escritor, educador, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[21,6],"class_list":["post-198","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-resenha","tag-biografia","tag-resenha"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/198","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=198"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/198\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":200,"href":"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/198\/revisions\/200"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=198"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=198"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.afesc.org.br\/sapiencia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=198"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}